ASSESSORIA DE AQUISIÇÃO PARA VENDAS COMPLEXAS
Sua empresa não precisa de mais leads.
Precisa de mais compradores.
Eu estruturo a aquisição de empresas B2B que vendem soluções de alto valor, conectando tráfego, dados e comercial para transformar investimento em demanda qualificada e receita.
Para empresas que já vendem, possuem estrutura comercial e estão cansadas de investir em tráfego sem conseguir enxergar uma evolução real na aquisição.
Eu mesmo analiso cada aplicação antes de aceitar um novo projeto.
MESAQUE SOARES
QUANDO O PROBLEMA DEIXA DE SER “TRÁFEGO”
Você contratou alguém para cuidar da aquisição. Mas continua precisando cuidar de quem deveria cuidar dela.
No começo, existem reuniões, ideias novas, testes e uma sensação de que finalmente as coisas vão andar.
Passam alguns meses.
Os resultados começam a piorar. Seu comercial reclama que faltam oportunidades, e boa parte dos leads que chegam não tem perfil.
Você cobra. A agência troca público. Troca criativo. Muda campanha. Testa outra oferta. Sugere uma nova landing page. Você executa. Nada muda de verdade.
Então vem a recomendação: “Precisamos aumentar a verba.”
Você aumenta. E a única coisa que cresce é o tamanho do prejuízo.
Em algum momento surge uma pergunta desconfortável:
“Se eu preciso administrar o gestor, quem está administrando minha aquisição?”
O problema não é precisar cobrar resultado. É perceber que, mesmo pagando alguém para pensar nisso, você continua sendo a pessoa que precisa puxar a estratégia.
TRÁFEGO É UMA PARTE. NÃO O SISTEMA.
Uma venda complexa não pode ser administrada olhando apenas para campanhas.
Quando sua empresa vende soluções de R$40 mil, R$100 mil, R$500 mil ou mais, não basta colocar anúncios no ar e comemorar CPL baixo. Existe uma jornada inteira entre o clique e o dinheiro entrar no caixa.
Se você otimiza apenas a primeira parte, pode ter campanhas aparentemente excelentes e uma operação economicamente ruim.
É por isso que eu não começo perguntando: “Como podemos gerar mais leads?”
Eu quero descobrir: “Quem são os compradores que sua empresa deveria estar gerando mais?” E o que precisa acontecer entre o primeiro contato e a venda para que essa aquisição faça sentido economicamente.
Não existe uma “estrutura validada” para todo negócio.
Eu não chego com um funil pronto para instalar na sua empresa. Não pego uma campanha que funcionou para outra operação, troco o logotipo, os criativos e o orçamento e chamo isso de estratégia.
Empresas diferentes possuem compradores diferentes. Históricos diferentes. Margens diferentes. Processos comerciais diferentes. Argumentos diferentes. Ciclos de venda diferentes. Razões de compra diferentes.
Não existem estruturas validadas para todo negócio.
Existem estruturas que precisam ser validadas dentro de cada negócio.
PRIMEIRO, ARRUMAMOS A CASA.
Antes de colocar mais dinheiro em tráfego, eu quero descobrir onde o dinheiro está vazando.
Meu trabalho começa antes das campanhas. Quando assumo uma nova operação, primeiro preciso entender a empresa que vai receber aquela demanda.
Analiso o histórico. Entendo os ativos e o rastreamento. Entro no CRM. Estudo a base de clientes. Procuro padrões entre os melhores compradores. Entendo como os leads são qualificados. Converso com quem atende e com quem vende. Observo o que acontece entre oportunidade, reunião, negociação e fechamento.
E começo a ligar pontos que normalmente estão espalhados entre marketing, agência, CRM, vendedor e dono. Só então faz sentido decidir o que precisa mudar na aquisição.
Colocar mais verba em uma estrutura que ainda não funciona não é escalar.
É aumentar o prejuízo.
SUA MELHOR INTELIGÊNCIA PODE JÁ ESTAR DENTRO DA EMPRESA.
Antes de procurar novos clientes, eu quero entender os melhores que você já conquistou.
Em uma empresa com histórico de vendas, existe uma quantidade enorme de inteligência escondida na própria base. Quero encontrar os clientes que pagaram melhor, compraram com maior facilidade, tinham maior aderência à solução, permaneceram, geraram bons negócios e indicaram outros clientes.
Depois quero entender o que essas pessoas ou empresas têm em comum. Como chegaram. O que valorizavam. Por que compraram. O que acelerou a decisão. O que as diferenciava dos leads que nunca deveriam ter chegado ao comercial.
A aquisição começa a ficar muito mais interessante quando paramos de perguntar:
“Como conseguimos mais leads?”
e começamos a perguntar:
“Como encontramos mais compradores parecidos com os melhores que já temos?”
O TRABALHO NÃO TERMINA NO LEAD.
Se marketing comemora e o comercial reclama, existe informação sendo perdida no caminho.
Eu acompanho marketing e comercial como partes do mesmo sistema.
Se os anúncios geram volume, mas os vendedores dizem que ninguém tem perfil, precisamos entender por quê. Se existem reuniões, mas poucas viram negociação fechada, também.
Pedir ao Meta para gerar mais leads não resolve nenhum desses problemas.
Por isso, minha atuação pode chegar ao CRM, processo de qualificação e conversas com SDRs e vendedores. Não para administrar seu departamento comercial. Mas para fazer aquisição e vendas aprenderem uma com a outra.
VOCÊ NÃO PRECISA VIRAR GESTOR DE TRÁFEGO.
O dono precisa entender a aquisição. Não deveria precisar operá-la para ter segurança.
É comum encontrar empresários que aprenderam público, campanha, CRM, automação, criativo e tracking por necessidade. É um desperdício caro de energia executiva. Você precisa saber o que está acontecendo e conseguir questionar decisões, mas não deveria passar dias tentando descobrir por que um criativo não performou.
Meu trabalho é criar clareza suficiente para você acompanhar a aquisição sem precisar ocupar a cadeira de quem deveria administrá-la.
PROVA, NÃO PROMESSA.
Qualidade acima de volume: um exemplo real.
Toda reunião precisa colocar um número na mesa. Aqui estão alguns reais.
Operação jurídica, vendas complexas. A empresa já havia investido aproximadamente R$30 mil/mês em tráfego em períodos anteriores. Ao assumir a operação, a lógica não foi aumentar investimento. A nova fase começou com orçamento muito menor, priorizando validação e qualidade antes de escala. Números de um período inicial de teste:
Uma das oportunidades evoluiu para negociação em contrato superior a R$1.050.000.
O ponto não é comemorar investimento baixo ou 24 leads. É perceber que, em negócios maduros, uma única oportunidade pode valer mais que 100 leads sem perfil.
NÚMEROS DA OPERAÇÃO
Resultados que estão rodando agora, não estudo de caso antigo.
R$93,26 milhões em oportunidades com reunião realizada: 20 negociações ativas, dentro de um ciclo de 31 leads.
Assumi essa estrutura em setembro de 2025. Desde então, já foram R$13,48 milhões em VGV gerado, com menos de R$30 mil investidos em mídia paga.
DEPOIMENTOS EM VÍDEO